Desatino a pensar nas lacunas como sendo o maior registro biográfico legado por alguém. O autor sem livros que, ao sabor do vento, é como uma harpa eólica que produz alguns belos sons, mas não toca nenhuma melodia: a sonoridade descontínua determinada pela tensão que deve ser mantida entre as cordas, a longa pausa necessária para recompor-se e tornar-se novamente tenso e o vento que não vai parar.
– a melhor veste da expressão, ainda que haja mister de conduzir-se ao revés –
E todo o meu repúdio às metamensagens.